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TopFive: Stephen King




O que vem a sua mente quando você ouve o nome Stephen King? Escritor, contista, terror, ficção cientifica, it, o iluminado, Carrie? Você está certo. Stephen é o mais famoso escritor do gênero terror/ficção cientifica da sua geração.
Escrevendo para a faculdade onde estudava, pensou em escrever um romance de uma jovem com poderes telepáticos, porem abandou a ideia. Graças a sua esposa que resgatou o livro do lixo e o obrigou a terminar o romance. E foi assim que nasceu “Carrie – A estranha” – livro que colocou seu nome na literatura americana.
Todo mundo já ouviu falar ou já assistiu alguma coisa inspirada no autor. Nota-se que as novas edições dos livros vem com seu nome maior e mais colorido que o título do livro. Seu nome passou a ser uma marca, uma referência, porem com tantas títulos publicados, suas obras ainda são alvos de críticas – como em “Cristine – o carro assassino”, algumas pessoas criticam como sendo uma ideia boba. Se de um lado Stephen é criticado, do outro ele é ovacionado. De fato o autor tem uma gama de livros, contos e adaptados – filmes/series que saíram do papel e foram para grande tela, alguns dirigidos pelo próprio autor.
Enfim, o Janela Central é uma grande fã do gênero Terror e do Stephen e por isso nós preparamos um topfive de obras mais memoráveis do autor:

“Carrie, a estranha” ou só “Carrie”

Atrizes dos filmes
       Vamos começar pela primeira obra que King escreveu vindo ser publicada em 1974.

A história de uma menina no High School (nosso ensino médio) que sofria bullying por parte de alguns alunos e tinha poderes telepáticos.
Tanto no livro quantos nos adaptáveis, o seu poder não tem qualquer explicação. Ele simplesmente estava lá, nasceu com a menina. O interessante é que a história te envolve de maneiras até surpreendentes – quem não sofria Bullying na escola? E imaginava ter poderes para castigar os seus atormentadores?
Mas a história de Carrie conta com uma cena que tempos depois viraria uma das cenas mais pop do cinema e da literatura – o banho de sangue de porco no baile que foi rainha.


“O iluminado” ou “The Shining”

Poster do filme no Brasil // Capa do livro publicado pela Suma
Pode-se considerar uma história biográfica, pois king escreveu logo depois que sofreu com alcoolismo e outras drogas.
Publicado em 1977, conta a história de um aspirante a escritor que resolveu aceitar um emprego de zelador num hotel nas montanhas do Colorado. Após uma nevasca que deixa a família presa dentro do hotel, alguns eventos sobrenaturais atormentam a mente de Jack Torrance chegando ao ponto de por sua esposa e seu filho, Danny, em perigo.
Mas o porquê o iluminado? É ai que entra a veia sobrenatural de king, Dany o filho do casal possui um poder de ver o passado horrível do hotel.
Em 1980 o brilhante diretor Stanley Kubrick adaptou o livro para filme, pondo o ator Jack Nicholson assustadoramente no papel de protagonista. O filme ainda rende lucro até hoje e ainda arranca sustos dos que assistem. Tanto o filme quanto o livro possuem um ritmo pouco lendo, mas vale a pena.
 E conseguiu lançar mais uma cena icônica – quando a mulher de Jack tenta fugir o marido que está tentando matá-la. Ela se esconde no banheiro e ele arromba a porta com um machado.
Em 2008 a obra ganhou uma continuação, agora contada a partir do olhos de Dany. No brasil está como Doutor Sono, “Sleep Doctor”.

“It – a coisa” ou só “it”

Poster do filme lançado no anos 1990 e Poster do Remake
Do que você tem medo? De livros grossos? Do escuro? De lugares podres? De alienígenas? De aranhas? Ou palhaços?
Se você tem alguns desses medos – como eu tenho de palhaços -, provavelmente não lerá o livro “it”, pois além de se tratar de um livro grosso para Karalhos (mil e poucas páginas) trata-se também de medos. É recomendável que você assista o filme (tanto o original quanto o remake) com alguém mais corajoso que você – eu fiz isso!
A história centraliza-se em um grupo de quatro crianças estereotipadas que enfrentam um monstro centenário que se alimenta de medo. Ora chamado de Coisa, ora de Pennywise – o palhaço, o monstro, um metamorfo era responsável por pequenos incidentes na cidade.
Porque as crianças o enfrentaram? Por que não um adulto? Por algum motivo explicado na história, somente crianças podiam ver a Coisa, somente elas enxergavam que o mostro estava sempre presente no momento dos incidentes.
Nesse filme não tem cena icônica, mas tem personagem icônico – o próprio Pennywise com seu balão vermelho. – Pense num personagem que me deu cagaço!
 

“A Zona Morta” ou “The Dead Zone”

Capas das edições publicadas no Brasil
Se você tivesse o poder de prever e até mesmo evitar o futuro, você faria?
Bom, honestamente essa é a história que eu mais gostei de King, pois tem uma dose dramática muito grande por parte do protagonista.
Publicado em 1979, a “Zona Morta” conta a história de um professor chamado John “Johny” Smith que sofreu um acidente e ficou cinco anos em coma. Com o passar do tempo, Smith perdeu tudo que tinha – o emprego, a namorada e alguns familiares -; porem o acidente ativou a zona morta de seu cérebro fazendo com que veja o passado e o futuro de uma pessoa só em toca-la. Com esse dom ele começa a ajudar a polícia solucionando crimes – prendendo um assassino estuprador e outro criminosos.
Johny começa a ganhar notoriedade entre as autoridades e em um fatídico dia encontra um político chamado Greg Stilson. E com um simples aperto de mão, Johny ver o futuro do rapaz – Stilson se tornará presidente do EUA e será responsável por uma guerra nuclear apocalíptica. Então Johny se ver num dilema – matar o político e ajuda e evitar a catástrofe iminente ou deixa o futuro seguir seu curso devastador?
O livro foi adaptado em 1983, tendo direção de David Cronenberg e no elenco o Christopher Walker no papel de Johny.  Nesse filme o telespectador toma para si a angustia do protagonista e também se ver o dilema. 

“A Espera De Um Milagre” ou “The Green Mile”

Poster original do Filme
E se você fosse acusado de um crime que não cometeu? E se você tivesse o dom de curar as pessoas, você o esconderia, usaria para o seu próprio bem ou para o bem ao próximo?
Pensando bem, esse é a obra do Stephen king que mais destoa das outra acima. Pois pode-se dizer que se trata de um romance trágico. Daqueles que enchem os olhos de lagrimas no final.
Lançado em seis volumes inicialmente, no ano 1996, a obra conta as memorias e experiências de um chefe de guarda na Penitenciaria de Coldmoutain durante a grande depressão dos EUA. Paul Edgecombe, agora é idoso e busca em seu cérebro fatos e situações que o façam a voltar no tempo, no tempo em que conheceu um detendo no corredor da morte, John Coffey. John era um detento misterioso que chegou na penitenciaria em 1932, acusado de matar as irmãs gêmeas Deterrick.
Paul e John logo possuem uma afinidade. Aquele sabendo que esse tinha um dom magnifico e misterioso. O guarda ao perceber isso, debata-se sobre cumpri o dever e tirar a vida do detento ou o rapaz pode não ter sido autor tal crime barbado – será mesmo culpado ou está se sacrificando? Se está, porque? Por quem?
Em 1999 foi lançado o filme com Tom Hanks no papel de Paul e Michael Clarke Duncan como Coffey. Duncan foi indicado ao Oscar de melhor ator coadjuvante por esse filme.
Os volumes (tradução livre)
The Two Dead Girls “As Duas Garotas Mortas” (28 de março de 1996)
The Mouse on the Mile “O Rato Na Milha” (25 de abril de 1996)
Coffey's Hands “As Mães de Coffey” (30 de maio de 1996)
The Bad Death of Eduard Delacroix “A Morte de Eduard Delacroix”(27 de junho de 1996)
Night Journey “Jornada Noturna” (25 de julho de 1996)
Coffey on the Mile “Coffey Na Milha” (29 de agosto de 1996)

E você, qual é o seu King favorito? Está entre os cinco? King é uma máquina de escrever e de ideias, todo ano sai pelo menos dois ou três livros de sua autoria - 2017 lançou belas adormecidas, com participação de Owen King. Também acabou de sair em cartas a adaptação do primeiro livro da série “A Torre Negra”, “o Pistoleiro”. 








O Leitor Burguês
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Resenha HQ Homem-Aranha - Feroz

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A resenha de hoje é do quinto volume dos colecionáveis do Homem-Aranha, publicados pela editora Salvat em parceria com Panini e Marvel. Essa HQ me deixou dividido e se eu soubesse que viria com esse número de páginas e com uma história um tanto quanto chata, eu não teria comprado! Mentira, como sou fã do Aranha, compraria.

A HQ

É uma reunião das publicações do Sensacional Homem-Aranha 23-27, ou seja, somente quatro volumes do que seriam as revistinhas mensais, o contrário dos outros encadernados que costumam vir sete volumes. Um ponto negativo.
Além dessa dessas informações que não agradam, algo particular não me agradou que foi justamente o encadernado ser de capa branca. Essa informação sobre a capa não interfere na qualidade do produto, mas é apenas uma observação de algo que não gosto em HQs. Como esse encadernados são compilados de edições já publicadas, no meio do encadernado o traço do desenho passa a ser em tom mais “realista”, o que faz com que perca o padrão do traço do desenho que você está habituado naquela leitura.

O Enredo

A HQ Feroz, tem um enredo bem fraco e medíocre. Quando você chega nas últimas páginas e percebe que o final é pior do que você imaginava, joguei quarenta reais no lixo! Ponto negativo.
Uma chuva misteriosa cai sobre Nova York. Peter está se balançando entre os altos prédios sob sua teia resistente, tentando deixar de lado os problemas da vida e esvaziar um pouco a cabeça. Quando seu amigo O Lagarto aparece nas páginas dos quadrinhos totalmente surtado e sem a consciência do Dr Curt Connors para acalma-lo (para que não sabe, O Lagarto é o dr. Connors tranormado). Peter Parker vestindo o uniforme do Aranha tenta controlar seu amigo que está, além de transformado numa fera, aparentemente sem noção de sus atos. Após várias tentativas em vão, Gata Negra surge nessa empreitada para acalmar Dr Connors transformado no Lagarto. Ouras participações que surgem nesse encadernado é de Puma, um homem de hábitos e vestes de felino. O que passa ser ainda mais estranho é que Puma e Gata Negra começam a despertar dentro de si uma raiva.... uma ira... um ódio... uma sede de sangue que quase não conseguem controlar; o mais terrível ainda é que o Homem-Aranha pode estar sofrendo dos mesmo sintomas. Após pedir a ajuda ao Senhor Fantástico, Peter tem a informação de que pessoas com extintos de animais estão sendo afetados pela chuva de alguma forma. Para concluirmos, a chuva desperta o extinto selvagem em Puma, Gata Negra, Lagarto e até mesmo no nosso herói por conta de sua personalidade ser afetada por extintos de animais. Agora, uma simples chuva está causando essa ira toda? Não. Um vilão que conseguiu encontrar, no alto das montanhas, a “a pedra da vida”, que o transformou em réptil, também transformaria toda Nova York numa cidade completamente habitada por répteis. homem-Aranha trajando seu uniforme Aranha de Ferro, criado por Tony Stark o isola do efeito da chuva. Com a ajuda do traje ultra tecnológico, Peter lacra a pedra com parte do seu uniforme. Isso mesmo, essa é a trama da HQ Feroz.

Compro ou não compro? 

Se você deseja completar essa coleção por ser MUITO fã do Homem-Aranha, compre. Mas se por qualquer outro motivo você deseja comprar esse encadernado: Não, não faça isso. Guarde para o próximo volume. Essa HQ não está nem perto do nível do volume anterior. A única coisa que salva é a arte desse volume.

Veredito.

Bem, você faz o que você quiser com sua grana, mas se você julgou esse enredo fraco, imagina pagar quase quarenta reais nisso! Eu gostei somente pelo desenho e porque gosto do Homem-Aranha e quero montar essa coleção, ou seja, motivos que podem ser facilmente descartados para quem não é tão fã assim e busca somente as melhores histórias do herói aracnídeo.
Sr Stark. 
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Jean Grey - RessurXion

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Não é segredo para nenhum dos fãs de X-MEN que a mutante Jean Grey é possuída por uma entidade intergalática intitulada Fênix e acaba destruindo planetas, causando uma dor de cabeça e tanta para seus amigos e matando o amor de sua vida, Scott. 

Nessa nova história em quadrinhos, no entanto, Jean sabe que a Fênix está atrás dela e quer evitar que em sua realidade aconteça o que aconteceu em tantas outras. Na primeira edição de seu quadrinho solo, Jean está aprendendo a controlar os seus poderes enquanto luta contra o crime e tenta se manter fora do alcance da Fênix, mas não demora para a ruiva descobrir que se manter fora do alcance da entidade é basicamente impossível.

O ritmo da hq é muito bom e é interessante ver essa Jean mais descontraída e querendo tomar as rédeas da própria vida, se mostrando uma heroína forte que está disposta a lidar com toda a loucura e evitar que a Fênix tome o controle de seu corpo e poderes.

Sendo assim, a experiência de ler sobre a Jean Grey por uma outra ótica é ótima e se você já era fã da heroína essa história é um prato cheio para se tornar ainda mais apaixonado pela mutante.

Khaleesi
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Pequenas Grandes Mentiras – Liane Moriarty

Titulo Original: Big Little Lies 
Autora: Liane Moriarty
Numero de Paginas: 400 
Tradutora: Adalgisa Campos da Silva

   Sobre o livro
Capa Do Livro
   Com muita bebida e pouca comida, o encontro de pais dos alunos da Escola Pirriwee tem tudo para dar errado. Fantasiados de Audrey Hepburn e Elvis, os adultos começam a discutir já no portão de entrada, e, da varanda onde um pequeno grupo se juntou, alguém cai e morre. Quem morreu? Foi acidente? Se foi homicídio, quem matou?
   Pequenas grandes mentiras conta a história de três mulheres, cada uma delas diante de uma encruzilhada.
   Madeline é forte e decidida. No segundo casamento, está muito chateada porque a filha do primeiro relacionamento quer morar com o pai e a jovem madrasta. Não bastasse isso, Skye, a filha do ex-marido com a nova mulher, está matriculada no mesmo jardim de infância da caçula de Madeline.
   Celeste, mãe dos gêmeos Max e Josh, é uma mulher invejável. É magra, rica e bonita, e seu casamento com Perry parece perfeito demais para ser verdade.
   Celeste e Madeleine ficam amigas de Jane, a jovem mãe solteira que se mudou para a cidade com o filho, Ziggy, fruto de uma noite malsucedida.
   Quando Ziggy é acusado de bullying, as opiniões dos pais se dividem. As tensões nos pequenos grupos de mães vão aumentando até o fatídico dia em que alguém cai da varanda da escola e morre. Pais e professores têm impressões frequentemente contraditórias e a verdade fica difícil de ser alcançada.
   Ao colocar em cena ex-maridos e segundas esposas, mãe e filhas, violência e escândalos familiares, Liane Moriarty escreveu um livro viciante, inteligente e bem-humorado, com observações perspicazes sobre a natureza humana.

    Centralizada nas três mães, Moriarty volta seis meses antes da trágica noite onde aconteceu o a morte. Em um processo de contextualização, o leitor acabar conhecendo as personagens principais e as coadjuvantes. O talento da autora fica evidente no decorrer leitura. Suas personagens crescem ao longo do livro, dando ao leitor uma visão clara do que cada uma é o seu próprios demônio.
   O leitor pode ficar apreensivo em ver uma história onde há muitas personagens falantes, mas quando vai se aprofundado mais na vida de cada um, fica fácil identifica-los mesmo se não tivesse nomes.

Poster da Série
 Durante vezes eu era levado por um labirinto sem saída de informações contraditórias em depoimentos dado pelos próprios pais dos alunos da escola que estavam na festa – eu me pegava fazendo apostas de quem era o assassino e quem morreu. Minhas apostas mudavam de acordo com o capitulo. Os depoimentos dos personagens dão voz aos capítulos, pois como o livro é escrito em terceira pessoa os capítulos se alteram de acordo com as visões de mundo – tanto que todos são levados a depor, mas o leitor sente falta das três personagens contando sua versão da história. Por isso um dica: esteja atento as pequenas mentiras, as contradições e as omissões, que os personagens contam para si e para a detetive que investiga o caso.
   Podem ler tranquilos, podem fazer suas apostas – Moriarty é sublime, fará sua cabeça explodir com o plot (aconteceu comigo). O leitor jamais irá acertar quem matou e quem morreu!
   Mas por quer essa história está em evidência agora? Porque fala de temas considerados tabus para muitas gente. Violência doméstica, estupro, gravidez na adolescência e adultério. Mais uma vez Liane é incrível, pois aborda cada um dos temas em sua personagem com o intuito não só de choca o leitor, mas de conscientiza-lo, pois essas coisas existem e as pessoas que sofrem negam por medo ou por receio de alguma coisa.
   Com uma escrita despretensiosa Liane pode enganar a respeito do conteúdo do livro (a arte da capa ajuda). Liane segue à risca da receita de uma boa história de suspense/mistério – capítulos curtos, escrita fácil e personagens que falam demais – isso é o que confunde mais a cabeça do leitor -, vai revelando aos poucos o que acontece e acima disso tudo está uma camada de perfeição, tudo é tão perfeito, e basta uma peça de dominó cair que o resto vai ao chão.
   O livro acima de tudo fala sobre o poder feminino, como mulheres precisam de unir contra o abuso que sofrem mesmo dentro e fora de casa. Mostram que juntas são mais fortes!

   Das páginas para HBO

   O canal HBO exibiu no primeiro semestre de 2017 a série, mas meses antes foi lançado o trailer que já contava com um clima todo misterioso. Houveram alguns adaptações – obvio! -, mas nada que mudasse a essência da trama; por exemplo o sobrenome da Celeste no livro era White na série ficou Wright. E mudou-se também o local, pois na série se passa em alguma praia em Monterey (Califórnia) e no livro passa-se em uma península fictícia na Austrália.
   O elenco dispensa apresentações: Nicole Kidman (Celeste) – impressiona na pele da ex advogada que virou dona de casa; Reese Witherspoor (Madeline) – maravilhosa na pele da baixinha arretada e carismática; Shailene Woodley (Jane) – impacta na pele da mãe solteira que tenta criar o filho da melhor maneira possível; e também tem Luara Dern, Alexander Skarsgard, Zoey Kravitz e muitas outras estrelas.
   A série foi produzida pelas duas amigas e atrizes Nicole e Reese e só nos Estados Unidos arrecadou 2,1 milhões de espectadores na estreia.
  Nicole e Reese dizem que vai ter segunda temporada.
  Os prêmios
  Pequenas grande mentiras “passou o rodo” nos prêmios e quem foi indicado (ficando pau a pau com o conto da aia).
  Ganhou Emmys de melhor série limitada ou minissérie, melhor atriz de minissérie (Nicole); melhor ator coadjuvante em minissérie (Slexander Skarsgard); melhor Atriz coadjuvante em minissérie (Laura Dern); melhor direção em minissérie (Jean-Marc Valleé); e vários globos de ouro. O engraçado que a Nicole e a Reese estavam concorrendo o mesmo premio, as duas amigas, Nicole que levou os prêmios dedicou o prêmio a amiga e a todas a mulheres que sofrem algum tipo de abuso.

  Sobre a autora  (tirado do site da editora)

Liane Moriarty ao lado de Nicole Kidman e Reese Witherspoon
  Liane Moriarty nasceu em novembro de 1966 na Austrália. Antes de se tornar escritora em tempo integral, com cinco romances e uma série de livros infantis publicados, Liane trabalhou como gerente de marketing de uma editora e foi redatora freelance, com colaborações para textos publicados em sites e conteúdo para comerciais de TV. Ela mora em Sydney com o marido e os dois filhos pequenos. Todos os livros da autora foram publicados pela editora Intrínseca.


    Apêndice

   Quando eu vi o trailer da série em uma rede social tinha me ganhado (fala sério, Nicole, Reese e Shailene juntas em uma serie?!). Eu nem sabia que tinha livro até descobri-lo em uma loja americanas, estava de promoção, R$ 10,00. Ali eu estava cego para ler o livro e assistir a série. Para mim foi um marco no ano de 2017, pois eu lia o livro e a cada semana via as páginas sendo muito bem adaptadas para as telas de televisão. Para mim foi o melhor livro e a melhor serie que eu assistir, virei fã da Liane e vou acompanhar o seu trabalho com avidez. 








O Leitor Burguês

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Filme de Viúva Negra vai sair do papel?

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Olhe nos olhos da Viúva Negra e diga que você não sente aquele arrepio na espinha?! Ainda mais interpretado pela talentosíssima Scarlett Johansson?!

A internet essa semana está eufórica com os rumos de já ter sido escolhido até roteirista para o filme solo da nossa ruiva, ou não tão ruiva assim, Viúva negra. Os empresários responsáveis pelo Universo Marvel construído nos cinemas ao longo desse últimos anos foram bem espertos no seguinte quesito: a DC Comics lançou o filme solo da mulher Maravilha e foi um sucesso! Por que não lançarmos o da nossa heroína. Mas calma. Não vamos lançar o nosso tão perto do filme da concorrente! (Teoria, somente!)

Segundo notícias, Kevin Feige até se reuniu com a atriz que interpreta Natasha Romanoff desde sua primeira aparição nas telonas em Homem de Ferro 2 e conversaram sobre a possibilidade de um filme solo da heroína. Após um longo período de silêncio com relação ao assunto, agora meus amigos é aparentemente oficial, vai ter filme da Viúva negra sim!

Já tem até roteirista: Jac Schaeffer está nessa missão!
O que nós podemos esperar é que seja feito um filme digno da personagem e pelo amor de Thor, filho de Odin, parem de querer tornar uma personagem mercenária e independente, alguém frágil e carente de um par romântico! Oh dona disney, Viúva Negra não é princesinha não!!!!!! E outra, se decide aí; primeiro foi o Gavião Arqueiro, depois o Capitão América e por último e até agora o Bruce Banner. Quem será o próximo par romântico de novela mexicana?

Sr. Stark
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Resenha - O Rei do Show

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P. T. Barnum, um showman que tem uma tendência natural de enganar seu público, decide montar um circo na esperança de ficar famoso. Durante sua saga há ainda uma importante questão pendente em sua vida: uma paixão cega pela cantora Jenny Lind. É a trama central do filme, O Rei do Show, protagonizado pelo o nosso eterno Wolverine, Hugh Jackman. 

O filme tem tudo o que um bom apreciador de musicais gosta: drama, ação, uma pitada de comédia e romance, muito romance. A beleza dessa obra já começa nos atores, além de Hugh Jackman, que está mais uma vez de parabéns; no seu papel de um homem um pouco sem escrúpulos, mas que decide transformar pessoas consideradas diferentes em grandes astros, temos também no elenco Zac Efron, que volta aos musicais depois de alguns anos atrás estrear em High School Musical, Zendaya que esteve em Homem-Aranha de volta ao lar, entre outros. 

Mas o que caracteriza um musical? Música claro! E nesse quesito o filme está de parabéns. A trilha sonora que está em primeiro lugar nas paradas de sucesso da Billboard, contagia e emociona à medida que as cenas estão passando. Mas nem tudo são flores, o filme tenta e em alguns momentos consegue surpreender, mas em certos momentos a sensação de que estamos assistindo ao filme de sessão da tarde aparece. Nada que estrague o brilho que literalmente o filme traz. Baseado na história real de P. T. Barnum, figura conhecida nos Estados Unidos como um dos pioneiros do circo e de outras apresentações de excentricidades no século 19, O Rei do Show se encontra em cartaz e vale a pena sendo fã de musicais ou não.

Nota: 8.0 Janelinhas. 
                                                       Someone.
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Americanah - Chimamanda Ngozi Adichie



Americanah
Sobre o livro
Título Original: Americanah
Autora: Chimamanda Ngozi Adichie
Páginas: 516
Tradução: Julia Romeu
Editora: Companhia das Letras

Em 1990, Lagos está no meio de conflitos militares. Ifemelu, uma jovem igbo, e Obinze, seu namorado, tentam viver seu amor da forma mais romântica possível e conseguem durante algum tempo. Eles fazem planos sobre no futuro irem para os Estados Unidos, terminarem os estudos, pois as faculdade africanas enfrentam uma series de paralisações. Quando o amante militar da tia de Ifemelu, tia Uju – irmã mais nova de seu pai -, morre em algum conflito civil Ifemelu faz uma escolha da sua história. Ela e Obinze tiveram um vislumbre das suas vidas diante daquela decisão. Mas a realidade é mais carniceira que parece ser...
Quando Ifemelu vai para a terra do tio Sam, ela se confronta com a realidade da questão racial. Ela está num país estranho e desconhecido, muitas vezes intimidador. Ter que dá o primeiro passo é penoso. A jovem igbo tem que usar o nome de outra nigeriana por não ter visto americano e deixa de viver como uma nigeriana na américa e começa a agir como se fosse uma nativa.
“O único motivo pelo qual você diz que a raça nunca foi um problema é porque queria que não fosse. Nós todos queríamos que não fosse. Mas isso é uma mentira. Eu sou do país onde a raça não é um problema; eu não pensava em mim mesma como negra e só me tornei negra quando vim para os Estados Unidos...”
Com o tempo Ifemelu passa a trabalhar de babá para família mais americana estereotipada que existe (créditos à autora), pois foi o ponta pé para que ela criasse o seu famigerado blog. Aqui vale dizer que seu blog tinha como meta mostrar a questão racial na visão de uma negra não americana. Ifemelu notava que as pessoas falavam diferente com ela quando estavam presentes, como se não entendesse o idioma ou a tratavam de maneira esquisita – exemplo: querendo mexer no seu cabelo.
O blog começou quando seu primeiro namorado genuinamente americano terminou com ela, pois ela o traiu. Ela tentou reatar, porem ele cortou qualquer contato. Mas foi com ele que ela “cresceu” como “americanah” conseguiu o desejado visto americano.
“Sabe qual é a solução mais simples para o problema da raça nos EUA? O amor romântico. Não a amizade. Não o tipo de amor tranquilo e superficial cujo objetivo é manter as duas pessoas confortáveis. Mas o amor romântico profundo e rela, do tipo que retorce e estica você e faz com que respire através das narinas da pessoa que ama.  E como esse tipo de amor romântico profundo e real é tão raro como a sociedade americana é feita de moto a torna-lo ainda mais raro entre um negro americano e um banco americano, o problema da raça nos estados unidos nunca vai ser resolvido.”
Enquanto Ifemelu tinha seu “BOOM” com seu blog na terra do tio Sam. Obinze que ficou na África tentando tirar o visto para se encontrar com sua namorada de infância, seus planos mudaram quando sua futura mulher ficou muda – Ifemulu tinha cortado qualquer contato com Obinze. Parou de responder suas mensagens e seus telefonemas. Não vendo outra alternativa senão seguir com a vida, ele vai para Inglaterra visitar o seu primo e tentar conseguir um visto britânico. Não conseguindo, ele faz a mesma coisa que Ifemulu, busca de maneiras não licitas para poder ganhar dinheiro e sobreviver.
O garoto que tinha sua própria visão de estrangeiro baseada em romances americanos e ingleses, foi traído brutalmente pela realidade. Zed (como era chamando pelos amigos de infância) começou a trabalhar como limpador de privadas e ajudante de marceneiro – carregava madeiras pesadíssimas. O plano de Teto (como Ifemelu o chamava) era casar com uma mulher para conseguir o tão desejado visto britânico. Mas – como na vida real tudo de ruim acontece – o rapaz que estava ajudando-o com os empregos pediu-lhe dinheiro. Obinze se recusou, então foi denunciado e... (spoler).
De volta aos Unided States, Ifemulu colhe os ótimos frutos do seu blog. Então chega o momento em que ela decide voltar para Lagos. Nem em quinze anos foram suficientes para apagar a memória de Obinze da cabeça da jovem igbo.
Quando o jovem casal se encontra, hoje não tão jovens. Ifemelu quer viver de jornalismo e Obinze se tornou um homem de sucesso – bem sucedido e casado com uma filha. Eles ainda têm a mesma paixão que sempre tiveram desde a infância. Mas como fazer se Obinze está casado?
O livro é um tapa na cara. Chimamada é brilhante pondo no papel personagens tão reais que podemos toca-los e situação tão palpáveis que o próprio leitor pode pensar “já passei por isso” ou “conheço alguém que já passou por isso”.  Dividido em 5 partes e com pouco mais de 500 páginas, mas fique tranquilo que a linguagem simples e capítulos curtos te ajudam a lê-lo mais rápido. Americanah foi escrito para incomodar e tem tudo para no futuro se tornar um clássico e leitura obrigatória mundial.


Sobre a autora (tirado do livro)
CHIMAMANDA NGOZI ADICHE nasceu em Enugu, na Nigéria, em 1977 é autora dos romances Meio Sol Amarelo (2008) – vencedor do Orange Prize, adaptado para o cimena em 2013 -, Hibisco Roxo (2011) e Sejamos Todos Feministas (2015), todos publicados pela editora. Assina ainda uma coleção de contos, The Things Around Your Neck (as coisas envolta do seu pescoço – tradução livre) (2009). Sua obra foi traduzida para mais de trinta línguas e apareceu em inúmeros periódicos, como as revistas New Youker e Granta. Depois de ter recebido uma bolsa da MacArthur Foundation, Chimamanda vive entre Nigéria e os Estados Unidos. Eleito um dos des melhoes livros do ano pela New York Times  Book Review e vecendor do National Book Critics Circle Awards, Americanah teve seus direitos para o cinema comprados por Lupita Nyong’o, vencedora do Oscar de melhor atriz por Doze anos de escravidão.






O LEITOR BURGUÊS

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Premiados do Globo de Ouro 2018

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Big Little Liers e The Handmaid’s Tale foram as séries que passaram o rodo na cerimônia, levando maior parte dos prêmios e merecendo destaque na sua temática. Já que ambas abordavam a questão da opressão e tantas outras coisas tensas.   

O Globo de Ouro é o pré-carnaval para as premiações que se seguem durante o ano e é dividido em obras que foram direcionadas para o cinema e para a televisão. Além das premiações coletivas, houveram também premiações individuais como Nicole Kidman, Elissabeth Moss e Sam Rockwell. 



Nesse último domingo (7) o Globo de Ouro foi ao ar sendo apresentado pelo ator Seth Meyers que, aproveitando o clima tenso envolvendo assédios sexuais em Hollywood, arregaçou em críticas contra Kevin Spacey e Harvey Weintein logo na abertura (os citados estão envolvidos em denúncias de assédio). - Quem disse que em evento de glamour não pode ter quebra-pau?

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Além da premiação dos artistas, o "tema" dessa edição foi justamente esse: Combater o assédio contra as mulheres e a luta por direitos iguais.

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As atrizes presentes no evento vestiram preto e a apresentadora, atriz, diva, deusa americana ... Oprah Winfrey reforçou a importância e o poder das mulheres e dos negros. – Segura essa Oscar, cadê os negros nas premiações? Não existem bons atores, atrizes, produtores negros? Eu tô te dizendo, esse Globo bombou.

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Além das manifestações, teve ali umas entregas de prêmios. -ah... era sobre isso que estávamos falando?
Segue abaixo a lista dos premiados. Espero que o seu candidato tenha ganhado.

Quem ganhou no CINEMA:

Melhor filme de drama: TRÊS ANÚNCIOS PARA UM CRIME.
Melhor filme de domédia ou musical: LADY BIRD: É HORA DE VOAR
Melhor diretor: GUILHERMO DEL TORO (“ A forma da água”)
Melhor ator de filme - Drama: Gary Oldman (O destino de uma nação)
Melhor atriz de filme - Drama: Frances Mcdormand ( Três anúncios para um crime)
Melhor ator de filme – Comédia: James Franco (Artista do desastre)
Melhor atriz de filme – Comédia ou Musical: Saoirse Ronan (Lady Bird: É hora de voar)
Melhor atriz coadjuvante de filme: Allison Janney ( Eu, Tonya)
Melhor ator coadjuvante de filme: Sam Rockwell
Melhor roteiro de filme: Martin McDonagh.
Melhor animação: Viva: A vida é uma festa.
Melhor filme de língua estrangeira: Em pedaços
Melhor trilha Sonora para filme: Alexander Desplat (A forma da água)
Melhor canção original para filme: This is Me ( O Rei do Show)

Agora os premiados para TV.

Melhor série drama: Game of Thrones. The Handmaid’s Tale
Melhor série musical ou Comédia: The Marvelous Mrs. Maisel
Melhor série limitada ou filme para TV: Big Little Liers
Melhor ator de série – Drama: Sterling K. Brown ( This is us)
Melhor atriz de série – Drama: Elisabeth Moss ( The Handmaid’s Tale)
Melhor ator de série Musical ou Comédia: Aziz Ansari ( Master of None)
Melhor atriz de série musical ou Comédia: Rachel Brosnahan
Melhor atriz de minissérie ou filme feito para TV: Nicole Kidman ( Big Little Liers)
Melhor ator de série limitada ou filme feito para TV: Ewan Mcgregor ( Fargo)
Melhor atriz coadjuvante em série, minissérie ou filme para TV: Laura Dern ( Big Little liers)
Melhor ator coadjuvante para série, minissérie ou filme feito para TV: Alexander Skarsgard ( Big Little Liers) 

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Playlist para ler Cidade dos Ossos

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O livro Cidade dos Ossos foi escrito por Cassandra Clare e faz parte da série de livros Os Instrumentos Mortais, como é uma das minhas sagas favoritas decidi compartilhar com vocês uma playlist que fiz, escolhendo uma música para cada um dos personagens que eu mais gosto.

Simon Lewis: Começando pelo personagem que eu mais gosto, Simon é super nerd e o melhor amigo que se pode ter, ele também tem uma banda de rock e por isso eu escolhi para ele Fear of the dark, do Iron Maiden que é um hino do rock.


Isabelle Lightwood: Essa para mim é a personagem com mais girl power dessa série e é com certeza a minha personagem feminina favorita, e a música que eu escolhi para ela, é uma das que mais combina nessa lista, ao menos ao meu ver.



Sebastian Verlac/Morgenstern: Do meu ponto de vista esse é o maior vilão da saga, o Valentine foi um bom vilão, mas o Sebastian faz coisas tão odiosas (não me aprofundarei para não dar spoiler), que tinham momentos que mesmo sendo um dos meus personagens favoritos eu torcia muito para ele morrer.

Magnus Bane: Por último, mas não menos importante, esse é um personagem que fica praticamente empatado no quesito favoritismo com o Simon, o feiticeiro que vive no Brooklyn é uma das mais memoráveis criação da Cassandra e como ele gosta de festas e é o personagem mais magnífico e fabuloso dessa saga, escolhi para ele um hino do pop que fala exatamente sobre aceitação.

Khaleesi
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O Conto da Aia - Margaret Atwood

Título Original:  The Handmaid's Tale
Autora: Margaret Atwood
Páginas: 365
Tradução: Ana Deiró
Editora: Rocco

Capa do livro, ultima edição.
   Um dia tudo o que foi chamado de Estados Unidos da América morre e passa a ser conhecido como Gilead. Um país perfeito onde não há crimes, não há incidentes. Um verdadeiro paraíso na terra.
   O governo de Gilead lucrou muito com as guerras no mundo, eles eram profissionais em chegar no pais sugar tudo que tinha de bom e deixar só morte, misérias e destruição. Mas não contaram que em seu próprio pais, sua nação tão perfeita, a natalidade caíra drasticamente.
   Vendo o problema se agravar, o governo decide dividir a sociedade em subgrupos – é ai que entram as Aias. Esse grupo de mulheres tem um papel importantíssimo na sociedade de Giliard. Elas são as que se encarregam do controle de natalidade.
    Sua função é apenas procriar!
   Baseando suas leis no fundamentalismo cristão, o governo estipula que cada Aia vá para a casa de um Comandante – senhores ricos de meia idade que levam todo credito em guerra, mas que nem chegam a lutar. Todas as mulheres de Gilead, descobrimos no decorrer da história, perderam todos os seus direitos, chegando perder até o próprio nome.
   Por conta que a história é contada sob a ótica de uma Aia comum – sem qualquer poder ou dote especifico –, o leitor não sabe com detalhes o que houve para sociedade ruir daquele jeito. Atwood é bem realista (por falta de termo melhor) nesse sentido, pois ela usa uma mulher que não sabia o que estava acontecendo com o próprio país para contar como tinha perdido tudo.
   Primeiro Offred, tinha perdido o emprego, depois todas as suas economias foram passadas para o homem da família - no caso seu marido -, depois sua filha e por último sua identidade. Margaret tem uma escrita complicado, pois o livro e contado de acordo com que a protagonista lembra. Então ela lembra de como era antes – quando era casada e mãe, trabalhava e tinha seu próprio dinheiro -; lembra de como era a rotina na casa do comandante – suas idas ao médico, como era fodida (Aia para procriar eram submetidas a um ritual onde eram estupradas pelos seus comandantes – elas eram deitadas e enquanto as esposas do estuprador segurava suas mãos, eles as penetravam. Não tinham qualquer contado físico/emocional, qualquer afeto entres as pessoas), como era tratada por outras mulheres; lembra do seu processo de adaptação, como eram doutrinadas a serem submissas.
   Suas vidas são baseadas em repressão. Se as mulheres são violentadas, a culpa é sua, pois não se comportaram direito; se as Aias não engravidam a culpa é dela e nunca do comandante. as aias sempre mudava de endereço, ficava somente até a criança desprender o leite materno, depois ia para outra casa repetir o ciclo.
   Margaret não dá uma declaração de como eram feitas as subdivisões, deixando o leitor ainda mais com perguntas do que respostas.
    O livro é uma projeção de um futuro catastrófico, foi publicado em 1985, mas nunca um livro foi tão atual. Até mesmo no país onde as mulheres ainda lutam pelos seus direitos e uma bancada fundamentalista acha que cultura do estupro é um mito. Atwood pinta uma sociedade toda características – vermelho (Aias), verde (Martas), azul (Esposas), marrom (Comandantes) – cores marcantes para delimitar a natureza de casa personagem.
   O final do livro termina de maneira ambígua, pois como a história é narrada em primeira a autora dá a entender que as memórias da protagonista vão até certo ponto. Então o leitor não sabe o destino real de Offred. Mas não se apegue tanto no final, pois a história tinha que acabar de um jeito e terminou desse. Essa é uma daquelas histórias que o que importa não é um final, mas os meios. Leia, pense certos preceitos estabelecidos na sociedade e lembre que ela não escrevia sobre o momento atual e sim um momento posterior a esse.
   "   Gostaria que tivesse mais fórmula. Gostaria que fosse sobre amor, ou sobre sobre as tomadas de consciência importantes para vida da gente, ou mesmo sobre pores do sol, passarinho ou neve. Lamento que haja tanto sofrimento nesta história. Lamento que esteja em fragmentos, como um corpo apanhado num fogo cruzado ou desfeito à força. Mas não há nada que eu possa fazer pra muda-la  "

A série

Margaret e Elisabeth Moss (Offred) no set de gravaçoes da Serie.
   A produtora Hulu (concorrente do Netflix) adaptou o livro para série de tv. A produtora lançou os três primeiros episódios em março de 2017. Como foi recebida muito bem pela crítica e pelo púbico em geral, foi renovada para a segunda temporada. Margaret Atwood foi produtora consultora da serie o que tornou a produção mais fiel ao livro.
   Vale lembrar que tanto a serie quanto o livro ajudaram a consolidar a carreira de escritora de Atwood como umas das mais influentes do século XX.
 

A realidade vs A ficção.

os traidores de Gilead eram enforcados
   A ficção nunca foi tão real, ainda mais no momento atual do Brasil mostrando que a população está lutando pelos seus direitos. Direitos das mulheres, direitos LGBT’s, direitos dos negros e indígenas. Enquanto a população vai as ruas gritar pelo que querem e como querem, tem uma parcela mínima de políticos que baseiam suas tomadas de decisão na própria fé. E agora que vem aí o ano da eleição onde terá um político que só sabe soltar frases soltas, frases de intolerância a qualquer grupo de pessoas que não seja a considerada padrão – branca, de classe média e heteronormativa -; o livro, a história de Offred, serve como uma alerta para o que pode acontecer no futuro.





O Leitor Burguês
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Resenha - Homem-Aranha - O Mal no Coração dos Homens

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Essa é a prova de que HQ deixou de ser coisa de criança. Não que isso seja um problema, porque para mim não faz diferença alguma, eu leria do mesmo jeito!

Sobre a HQ

Meus caros nerds, quarto volume dos colecionáveis do Homem-Aranha publicados em parceria com a Salvat, Panini e Marvel, já está aqui para você desfrutar dessa resenha que está ó, uma beleza!!!!!
De fato, para quem é fã do Aranha, essa coleção está valendo alguns centavos do que está sendo gasto, como você tem acompanhado aqui no nosso blog, alguns volumes valem somente pelo carinho que temos pelo herói, mas esse quarto volume vale muito à pena você ter na sua coleção. Uma capa que conquista logo de cara com um tom de vermelho e estampada a Gata Negra com sua estética maravilhosa e o uniforme do Aranha com tons de vermelho e preto. Esse encadernado reúne os volumes de Spider-Man and Black Cat 1-6 contanto uma história que prende o leitor sem deixar pontas soltas em seu enredo.

Enredo.
O telefone toca enquanto Felícia Hardy toma banho, ela sai do banheiro com a toalha enrolada ao corpo. É uma ligação de uma amiga, dizendo que uma de suas colegas em comum desapareceu e quer que Felícia dê uma investigada. A gata é tentada a ir em busca de informações trajando o uniforme de Gata Negra.

Peter Parker em outro momento da história investiga o desaparecimento de um rapaz. A única informação é que um grande traficante de drogas está envolvido nesse desaparecimento. Cada herói sai em busca de seu desaparecido, mas seus caminhos acabam se cruzando entre os prédios de Nova York. A Gata Negra encontra nosso herói e descobre que ambos buscam pelo mesmo vilão. Na verdade, os mesmos vilões. Uma dupla de irmãos mutantes, capazes de manipular a mente das pessoas e teletransportar a droga para dentro do organismo do usuário sem marcas de agulhas, o que atraiu várias estrelas de Hollywood.

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No meio dessa investigação podemos notar uma certa recaída de Felícia pelo herói aracnídeo, já que Gata Negra namorou o Homem-Aranha, mas quando a relação foi além das máscaras, ou seja, Felícia namorando Peter Parker, ela se deu conta de quem ela realmente amava não era o rapaz comum e sim o herói escalador de paredes. Hoje Peter está casado com Mary Jane e Felícia tenta dar suas investidas e ao mesmo tempo finge que superou o relacionamento terminado, quando Peter percebe que Felícia tenta reconquistá-lo com seu jeito sedutor e bem-humorado, nosso herói lança sua teia para longe de Felícia Hardy e segue a investigação sozinho.

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A dupla de vilões que nossos heróis estão investigando, agora separados, são irmãos. (Já falei isso aqui? Não lembro!). Sendo que o mais velho dessa dupla de traficantes mutantes abusava sexualmente do irmão mais novo, tudo que o mais velho ditava o mais novo acatava, levando esse tipo de comportamento até a vida adulta. Gata negra consegue encontrar o esconderijo de um dos vilões, sendo que ali é uma emboscada, Gata não consegue sair dali já que o vilão transportou uma dose não letal de droga para dentro da corrente sanguínea da moça mascarada, ela fica sem ação caída no chão do quarto onde ambos estão, o traficante então tenta abusar sexualmente de Gata Negra.
Peter Parker, posteriormente procura a ajuda de um advogado para tirar Felícia Hardy da cadeia. Matthew Murdock é solicitado por Peter para o caso. Murdock vai à cadeia e tenta montar uma linha de defesa com sua cliente alegando estupro, mas o que não se esperava era que Felícia gritasse em alto e bom som que tão foi estuprada!! Ela foi presa por estar na cena do crime, onde seu suspeito agressor estava caído ensanguentado sobre o corpo dela. A polícia não precisou de muito para conseguir a prisão preventiva da moça. Como essa história se desenrola e como tirar Felícia de dentro da cadeia, sendo que, aparentemente ela não é tão culpada assim... vale conferir nas páginas desse encadernado do Homem-Aranha que, certamente, é um dos melhores até agora já lidos por mim.

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Compro ou não compro?

Já deu para perceber pelo tamanho da resenha que eu me empolguei um pouco. Se você quer uma HQ com uma boa arte produzida em conjunto com uma boa história, certamente vai querer comprar esse volume.

Veredito.
A HQ me surpreendeu trabalhando essa temática tão séria como abuso sexual tanto feminino quanto infantil. E a história nos obriga a observar Felícia Hardy não só como uma mulher sensual, mas também como um ser humano que também tem sentimentos e pode estar sujeita a traumas.

Sr Stark.



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Game of Thrones só em 2019?

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Parece que veremos João das Neves somente em 2019! Triste, porém, necessário. Será?


A HBO publicou: “É oficial: Game of Thrones irá retornar para sua oitava e última temporada de seis episódios em 2019. ”. 

Agora é conter a ansiedade e aguardar por todo esse ano, montar suas teorias e, para os mais desesperados, torcer para não ficarem decepcionados com o final dessa série que é, certamente, um sucesso mundial.

É o que eu sempre procuro dizer em minhas postagens quando me refiro a séries, oito anos de GOT foram suficientes para nos apaixonarmos e até mesmo implorarmos para que se estendesse cada vez mais. Mas será que uma série que perdura por longos anos, terá um bom conteúdo e provavelmente um final decente?

Game of Thones segue uma linha diferente de muitas produções que estão ainda no ar e que se arrastam de forma quase que sem rumo. Torcemos que esse fenômeno da última década tenha um final digno de seu sucesso.




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Apple pode comprar Netflix.

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Que história é essa, meu povo? 

O mercado de serviços de streaming nunca esteve tão concorrido quanto nos últimos anos, justo quando a Netflix surgiu popularizando e conseguindo produzir seu próprio conteúdo, além de ser a líder absoluta desse tipo de serviço.

Em meados de 2017, a Disney voltou a fazer declarações de que estaria trabalhando para lançar, em breve, seu próprio serviço de streaming e consequentemente retirando todas as suas produções do catálogo da concorrente Netflix. Dentre as produções da casa do Mickey, estão as produções como Star Wars e todo o Universo Marvel produzido nos últimos anos.

Com essas notícias, o cerco se fechou ainda mais com a compra da Fox pela Disney. O que deu uma assustada em toda a concorrência da indústria cinematográfica. Recentemente, um rumor envolvendo compras também inundou a internet de comentários e gerou muita dúvida no público: Apple estaria interessada em comprar a Netflix?

O que se sabe até aqui é que a Apple já tenta lançar seu serviço de streaming e não tem dado muito certo até então. O negócio pelo visto vai ser tentar comprar a concorrência. Parece que o ditado está mudando, no lugar de “se não pode com o inimigo, junte-se a ele”, ficou “se não pode concorrer com o inimigo, compre-o”.

Essa informação de que a empresa da maçã mordida comprará nossa queridinha Netflix ainda é um rumor que surge, mas não podemos deixar passar esse tipo de informação não é mesmo?

O que você acha que pode mudar com essa informação sendo concretizada?

Sr. Stark

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Warner muda liderança da DC Films

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Eu juro que torço pelo sucesso da DC Comics nos cinemas! E quem perde tempo se dividindo entre Marvel e DC, está perdendo o melhor das duas.

Já era de se esperar que alguma coisa fosse feita na liderança dessa parceria entre Warner e DC por consequência da crítica  e vários mimimis de fãs insatisfeitos com a produção  do filme  Liga da Justiça que juntou o maior time de heróis dos quadrinhos DC. E, aparentemente, não rendeu. 

A Warner promoveu Walter Hamada à presidente do Universo cinematográfico da DC. Hamada que já é conhecido pela boa crítica e em trazer muita grana para o estúdio, com It A coisa e Invocação do Mal. 

O que esperar dessa mudança meus amigos? 

Sr Stark

  
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A Lenda do Slender Man ganha filme oficial


A lenda da internet Slender Man ganha trailer e filme, ambos oficiais produzidos pela Sony Pictures. Mas antes, vamos conhecer um pouco sobre as histórias que inspiraram o filme.

Figura icônica, o personagem surgiu de um fórum na internet de um site de humor (acredite, humor!) que o descrevia como um ser alto e magro, sempre vestindo um terno preto e gravata. Seus braços eram desproporcionais ao seu tamanho, muito longos. Com um andar calmo e tranquilo, Slender Man tinha sua figura um tanto quanto misteriosa ainda mais pelo fato de ter um rosto sem forma. Na verdade, não havia rosto. O que se tinha na cabeça era uma face totalmente branca e sem expressões. 

As lendas ( ou será que não são lendas?), são geralmente contatas em meio a lugares com bastante floresta, ou até mesmo dentro de casas um pouco mais isoladas dos grandes centros urbanos. Seu comportamento e gestos tranquilos, sua aparência gigantesca com membros desproporcionais e ainda, seu rosto sem forma já são características suficientes para colocar toda a internet de cabelo em pé. Casos de aparições do Slender Man, foram comumente registradas em vídeos amadores de pessoas que foram vítimas de ataques da criatura, ou somente filmaram de forma despretensiosa a aparição do ser de braços compridos e terno preto, vagando lentamente nos campos ou camuflado nas florestas. 

O caso que mais chamou a atenção da mídia foi de duas irmãs que chamaram um amiguinha para uma festa de aniversário e, premeditadamente, uma das irmãs de apenas doze anos, levou a amiga para um banheiro próximo a estrutura principal da casa e golpeou a amiga com dezenove facadas. Segundo a irmã responsável pelas facadas, o motivo do crime era para mostrar fidelidade ao Slender Man. 

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Uma imagem que circula pela internet mostrando a relação da criatura em sempre sequestrar crianças.

Com o passar dos anos, a criatura apareceu mais e mais em fotografias e em vídeos. outro fato mais assustador sobre o Slender Man é de Thomas que teve sua filha Jessica sequestrada. O homem foi prestar depoimento numa delegacia nos EUA. Enquanto Thomas, pai de Jessica relata o que viu, ele se descontrola e não consegue compreender a criatura que viu na floresta segurando as roupas de sua filha ... escute o áudio do depoimento e tire suas conclusões.

  
Caso o link não esteja disponível, favor copiar e colar no Youtube. 

Acreditando ou não, o que não podemos negar é que para produzir um filme do Slender Man, pode ser uma obra prima ou um perfeito fracasso se formos analisar a "grandeza" do protagonista.



Sr Stark








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Resenha - Homem-Aranha - Saga Original do Clone.


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Ei nerds! Mais uma resenha de HQ! E hoje daremos continuidade ao terceiro volume dos colecionáveis do Homem-Aranha publicado pela Salvat em parceria com a Panini e Marvel.

Sobre a HQ.

O terceiro volume desses colecionáveis traz a chamada Saga Original do Clone. Não se iluda! Para quem acha que vai encontrar aqui páginas repletas de Homens-Aranhas... Não é bem por aí! Este volume é a junção das edições Spider-Man 129 e 143-150. Isso mesmo, tem um salto aí nas edições, mas isso não interfere no desenrolar da história presente no encadernado. Logo de cara, uma das desvantagens, pelo menos para mim que sou mais descuidado, foi a edição de capa branca. Para quem guarda em estantes que pegam muita poeira, cuidado redobrado!

Enredo.

Peter Parker atualmente trabalha no Clarim Diário, ainda mora com Tia May e não namora Mary Jane. A ruiva é apenas uma filha de uma amiga da tia May... então eis aí a distância entre os dois. Peter não está com a cabeça muito aberta para relacionamentos, já que perdera há pouco tempo o seu primeiro amor Gwen Stacy. Outros vilões aparecem como; Escorpião, Tarântula e Ciclone (a Marvel sabe bem como criar vilões inúteis), mas nada muito importante na trama.

ATENÇÃO!!!! SPOILER!!!! PARA EVITÁ-LO PULE PARA O PRÓXIMO PARÁGRAFO:

Chacal consegue clonar Gwen Stacy, a falecida e inesquecível namorada de Peter Parker. O clone de Gwen aparece casualmente passeando pela rua e é avistada por tia May que surta e vai parar no hospital. Em outra situação Homem-Aranha tenta investigar a origem dessa “falsa Gwen” que apareceu tão assustada quanto as pessoas que a viam. O cabeça de teia é pego pelo Chacal e seu ajudante, o Tarântula. Peter se depara com uma das façanhas de seu inimigo. A capacidade de clonar humanos. Um Homem-Aranha contra outro Homem-Aranha, quem será o verdadeiro? Uma luta entre ambos e um deles morre. Será que o original que venceu o combate?

Compro ou não compro?

Duas coisas fizeram com que eu não me arrependesse de ter comprado esse volume, primeira: várias páginas de histórias (Numa resenha próxima você saberá o porquê desse detalhe das páginas). É um enredo bem arrastado por ser uma história clássica do Aranha, você vai se deparar com um “cacetada” de vez em quando, mas a história é boa. Segunda coisa: A arte. Apesar de ser uma arte clássica, como já citei aqui, é bem colorida e desenhada.

Veredito.

Se você quer uma história densa e que exija uma trama mais detalhada e que trabalhe o psicológico tanto do leitor como do próprio protagonista da história, vale cada centavo. Se você quer uma arte mais moderna e história mais recente do Aranha, essa não é uma HQ indicada para você. 

Sr Stark

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Resenha - Homem-Aranha - Percepções.



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Ei nerds! A resenha de hoje é do segundo volume dos colecionáveis das histórias em quadrinhos do Homem-Aranha publicados pela Salvat em parceria com Panini e Marvel. Esses colecionáveis que somam um total de sessenta edições, conta com este sendo o segundo volume e foi colocado nas bancas com o preço de R$24,90. Você pode encontrar ainda nas bancas como relançamento ou na internet, podendo estar com o preço diferente. 

Enredo. 

A HQ reúne os volumes Spider Man 6-12. As primeiras páginas dessa edição de capa dura conta uma versão do Duende Macabro que está bem louco e quer "purificar" a humanidade. Bem diferente daquilo que estamos acostumados a ver nas animações ( que é só uma cópia do Duende Verde), Homem-Aranha tenta impedir o vilão de matar a humanidade inteira, mas não consegue impedir de "possuir"/"purificar" um pequeno garotinho. Como já sabemos, o amigo da vizinhança tem o coração mole e quando está quase prendendo o Duende, aparece o Motoqueiro Fantasma com seu jeito todo peculiar de punir os malvados. 

Outras histórias também fazem parte do volume percepções. Peter Parker recebe uma notícia de que em uma cidade, crianças estão sendo assassinadas por algo que estão chamando de "espírito maligno da floresta", essas coisas bem clichês dos filmes de terror nós veremos aqui nessa sequência de histórias. Peter viaja como jornalista do Clarim Diário para investigar o caso, mas não pode aparecer como Aranha já que seria muito suspeito. Mais uma vez no processo de investigação, nosso herói conta com a parceria do nada gentil Wolverine, que em determinados momentos da história tem seu novo uniforme todo rasgado e passa a usar a versão clássica das cores amarela e azul. 

Compro ou não compro? 

Se julgarmos somente pelo clássico. Compre. Mas se formos analisar o conteúdo e a importância dos fatos presentes na HQ, ela é totalmente dispensável. Já que não é uma grande história do Homem-Aranha, o que salva esse encadernado é ver uma humilde participação do Motoqueiro Fantasma e um trabalho de equipe não muito empolgante entre Wolverine e o Homem-Aranha. Eu comprei pelo primeiro motivo, mas não compraria se não fosse tão fã do cabeça de teia. 


Veredito.

Nada mais posso declarar já que indicando o leitor a comprar ou não já dei minha sentença, gostaria só de reforçar que qualquer crítica que você leia ou escute por aí não é a verdade absoluta. Há quem discorde com minha opinião aqui e se sinta muito bem. Tudo bem com isso. a crítica aqui é para orientar nosso leitor, aquele que é fã de quadrinhos e não encontra uma boa resenha do conteúdo por aí. em breve, a crítica do terceiro volume. 

Sr Stark





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