13 Porquês é gatilho para suicídio ou uma valorização da vida?

Meus caros nerds! Desde a primeira temporada a série 13 Porquês tem dado o que falar sobre a sua temática forte e bastante realista sobre o suicídio de Hannah Baker e as fita que ela deixou gravadas destinadas aos que foram os motivos para ela ter tomado tal decisão.
Vale lembrar que, anteriormente, eu postei um texto falando sobre Deadpool ser a ascensão do que é errado . Falei nesse texto também que o mundo não pode mais ser visto em preto e branco. E por aí vai, dá uma conferida no link.
O que vamos discutir aqui é a nossa capacidade mais uma vez de filtrarmos e retermos o que é bom, claro não ficarmos cegos também para os pontos negativos apresentado no enredo da série que tem seu roteiro baseado no livro de mesmo título (pelo menos a primeira temporada). Hannah Baker comente suicídio e a cena é detalhista e angustiante. As pessoas do seu convívio, geralmente colegas de escola, recebem fitas com a narrativa que Hannah deixou contando motivos que a levou tomar essa decisão definitiva. Cada integrante tem participação que é contando nas fitas. Isso você já deve saber se tiver assistido ou ouvido falar pelo menos um pouco do enredo da série.
O que estamos aqui para refletirmos é que se uma série se propõe a falar de um tema tão polêmico e que divide a opinião de muitos, qual seria seu real propósito. há quem diga que uma obra como essa serve gatinho para induzir mais pessoas à prática do suicídio, há quem afirma que esse tipo de obra só reforça mais ainda tais tendências e acaba alimentando mais ainda o desejo de pessoas a tirarem suas próprias vidas.
O que se pode analisar também, é que se estamos aflando de suicídio, claro que a intensão seria justamente o combate do mesmo! Não vejo como falarmos do combate ao uso de drogas se não tivermos exemplos que transmitam essa realidade e a apresentação de suas consequências. Ainda mais, reforçando as estratégias de solução para tal problema. A temática do suicídio na série 13 Porquês ainda ressalva as contra indicações para pessoas que são inadequadas para assistirem tal obra, justamente pela dramatização forte que é mostrada.
A série 13 Porquês é uma ferramente de mostrarmos as chances que uma pessoa tem de superar problemas que não seja o suicídio, ou é apenas um alimento para tal prática?
O que vamos discutir aqui é a nossa capacidade mais uma vez de filtrarmos e retermos o que é bom, claro não ficarmos cegos também para os pontos negativos apresentado no enredo da série que tem seu roteiro baseado no livro de mesmo título (pelo menos a primeira temporada). Hannah Baker comente suicídio e a cena é detalhista e angustiante. As pessoas do seu convívio, geralmente colegas de escola, recebem fitas com a narrativa que Hannah deixou contando motivos que a levou tomar essa decisão definitiva. Cada integrante tem participação que é contando nas fitas. Isso você já deve saber se tiver assistido ou ouvido falar pelo menos um pouco do enredo da série.
O que estamos aqui para refletirmos é que se uma série se propõe a falar de um tema tão polêmico e que divide a opinião de muitos, qual seria seu real propósito. há quem diga que uma obra como essa serve gatinho para induzir mais pessoas à prática do suicídio, há quem afirma que esse tipo de obra só reforça mais ainda tais tendências e acaba alimentando mais ainda o desejo de pessoas a tirarem suas próprias vidas.
O que se pode analisar também, é que se estamos aflando de suicídio, claro que a intensão seria justamente o combate do mesmo! Não vejo como falarmos do combate ao uso de drogas se não tivermos exemplos que transmitam essa realidade e a apresentação de suas consequências. Ainda mais, reforçando as estratégias de solução para tal problema. A temática do suicídio na série 13 Porquês ainda ressalva as contra indicações para pessoas que são inadequadas para assistirem tal obra, justamente pela dramatização forte que é mostrada.
A série 13 Porquês é uma ferramente de mostrarmos as chances que uma pessoa tem de superar problemas que não seja o suicídio, ou é apenas um alimento para tal prática?
Sr Stark
Deadpool é a ascensão do que é errado. Será?
Meus caros leitores, trago aos vossos cérebros a seguinte reflexão: nós estamos perdendo nosso senso de justiça ao ponto de nos apegarmos aos personagens que representam forças do mal, ou a nossa sociedade simplesmente está expandindo sua mente para perceber que o mundo não é só divido entre preto e branco, certo e errado...?
Um refresco para a memória
Tem alguns anos aí na nossa história que estamos nos apegando mais fácil com a ideia de que um vilão pode ter suas atitudes malignas e cometer suas atrocidades e no fim acabar se redimindo, tornando tudo aquilo que ele fez perdoável. Como numa novela aí que o cara jogou o filho(ou filha) da própria irmã numa caçamba de lixo, no decorrer do enredo passou por preconceito por ser gay e outros fatores o fizeram sofrer horrores. Ao fim da trama, o personagem teve sua remissão de pecados quando passou a cuidar do pai inválido.
Outros clássicos tanto dos cinemas como dos quadrinhos são Batman e Wolverine que, diferentemente do exemplo anterior, não são vilões, mas não desfrutam de muita piedade com os que comentem delitos. Os dois personagens que são sucesso há anos, rendem sempre incríveis histórias, tanto que se é diferente a crítica cai matando.

Wolverine (Marvel) e Batman (Dc)
A diferença do anti-herói para o vilão
A obra cinematográfica, a literatura, a novela ... espalhou-se para todo o lado a temática (que não era novidade até então) de vilões e anti-heróis como protagonistas de uma trama. A tentativa de emplacar Esquadrão Suicida foi justamente para pegar onda nessa vibe. Não foi tão bom assim, por outros motivos. O vilão é o que já temos o hábito de ver, sempre aquela personalidade que tem o papel de complicar a vida do protagonista. Aquele que carrega a irritante missão de tornar a história amais complicada e o seu quase triunfo no clímax nos faz ficar arrepiados, mas quando o desfecho chega, tudo acaba bem! Nem sempre.
O anti-herói faz ali uma função de herói, mas tem o estigma de não se encaixar nos padrões de bom moço. Capitão América e Super-Homem mandam lembranças! personalidades como Gata Negra (Marvel), Mulher Gato (Dc) outros tantos; não são heróis, pois seu senso de justiça não parte só em ajudar ao outro, mas por motivações próprias. Aí onde vem a introdução para o próximo tópico meus amigos.

Gata Negra (Marvel) e Mulher Gato (DC)
Por que amar algo que é para ser odiado?
É aí onde está, amiguinhos! Não estamos mais com essa visão monocromática. A cabeça do século XXI tem que ser capaz de ponderar, parar, pensar em um contexto onde cada situação é construída, cada decisão é tomada, onde e quando cada frase é dita e por quem. nunca precisamos tanto analisar o contexto para poder tomarmos partido em uma discussão. Se pararmos para pensar que Batman não obedece as regras da polícia de Gotan, poderíamos condená-lo como um criminoso, mas se observarmos que ele foi vítima da própria violência de sua cidade e ele tem a capacidade/dinheiro de combater esse crime, se ele escolhesse não o fazer, poderíamos condená-lo como omisso!
Wolverine se viu, por anos, escondido ou tentando se esconder por causa de sua mutação. O pegaram, fizeram experimentos e em alguns arcos das histórias mataram famílias que ele tentou construir tentando ser um cidadão comum e longe de confusão. Mas ao ver sua espécie (mutantes) sendo massacrada e vítima de um preconceito (como o próprio nome já diz) sem propósito, Logan parte para o derramamento de sangue. Se ele não lutasse em favor da causa mutante, ele seria um traidor!
O mundo não é preto e branco
Analisando as possibilidades e o contexto que envolvem as pessoas e as decisões que elas tomam, passamos a compreender melhor o porquê de certas decisões serem tomadas. O perigo é tentarmos justificar atitudes erradas com pequenos traços de bondade. Saindo das telas e indo para a realidade, isso se torna muito forte. É o relacionamento abusivo, onde o indivíduo abusado permanece nele por N motivos e um dos tais é porque "o coitadinho" me mate, mas ele se arrepende depois! Não vamos confundir realidade com ficção. E na ficção temos casos de relacionamentos abusivos, agressões, senso de justiça duvidoso e é justamente isso que quero trazer a vocês nesse texto; uma reflexão sobre os personagens que nos apegamos e suas motivações por vezes erradas, mas com propósito nobre ou atitudes erradas que são perdoadas por uma atitude boa que anula tudo de ruim que já foi feito.
Fica aí a reflexão.
Sr Stark.
Resenha - Duna
Sobre o Livro
Titulo original: Dune
Autora: Frank Herbert
Paginas: 680
Editora: Aleph
Tradutora: Maria do Carmo Zanini
Para o futuro
de milhares de anos, uma realidade que hoje jamais sonhamos ser possível,
existe o planeta Arrakis, comumente chamado de Duna, onde a família Atreides é
realocada pelo decreto do Imperador, devido a um jogo político. Conhecido como
planeta Deserto, Duna, era governada pela família Harkunnen que agora trocaria
de “casa” com os Atreides, no planeta Caladan.
De um planeta
com florestas e chuva em quase todo tempo para um tempo árido e seco, os Atreides
devem se acostuma com sua nova vida onde o bem mais precioso é a agua. Os Hakunnen
não ficaram feliz com a decisão do Imperador, então logo eles começam a
conspirar contra os novos governantes do Planeta deserto. Sabendo da
conspiração da família rival, Duque Leto (patriarca dos Atreides) alerta sua família
e alguns de seus funcionários.
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| Primeira versão publicada no Brasil, 1987 |
Seu filho,
Paul, um jovem de quinze anos destinado a ser um Mentat – são jovens treinados
para pensarem como maquinas – recebe uma grande revelação, ainda em Caladan da
Reverenda Madre – chefe da Irmandade Bene Gesserit -, ela revela que Paul
Atreides pode ser um Kwisatz Haderach – uma espécie de “messias” – porém o
jovem deve abdicar de seu futuro como Mentat e passar nos testes da Irmandade
Bene Gesserit.
“ Não terei medo. O medo mata a mente. O medo é a pequena morte que leva a aniquilação total. Enfrentarei o meu medo. Permitirei que passe por cima e através de mim. E, quando tiver passado, voltarei o olho interior para ver seu rastro. Onde o medo não estiver mais, nada haverá. Somente eu resistirei. “ – Paul sobre os Testes.
Pouco antes
dos Atreides chegarem a Duna, Duque Leto fica sabendo que o planeta é rico em Melange
(especiaria rara no universo da época, equivale ao nosso petróleo).
Duque Leto passa a entender a decisão do Imperador. Que a sua intenção era
justamente ter toda quantidade de Melange que o planeta poderia fornecer, o Imperador
suspeitava que os Hakunnen estavam conspirando contra a corte. E chegou-se à
conclusão de que os Atreides era a família submissa que lhe daria toda
especiaria que pedisse.
O herdeiro do
trono Atreides chega a passar no primeiro e no segundo teste, mas quando vai
para o terceiro, a conspiração dos Hakunnen já está concluída e isso ocasiona na destruição da família de Paul, o seu pai mesmo sabendo dos planos de todos –
dos Hakunnen e do Imperador – se sacrifica para que sua esposa grávida – Lady Jessica
(que foi alvo da desconfiança de alguns membros do clã Atreides) – e seu filho,
herdeiro do Trono e já considerado Kwisatz Haderach, podessem escapar com vida.
“Provavelmente não existe epifania mais terrível do que o instante em que descobrimos que nosso pai é um homem, de carne e osso. ” – Princesa Irulan, sobre frases reunidas de Mua’Dib.
Fugindo do clã
Hakunnen, Paul e Lady Jessica fogem para o deserto, lar da especiaria, dos
vermes e do temíveis Fremem. Os Fremem
são povo que aprenderam a se adaptar a desgraçada realidade de onde vivem, com seus trajes que permitem suportar o deserto e seus olhos com orbitas azuis, aprenderam a ciência dos vermes e os benefícios do Melage. Acontece que só os
vermes sabem onde estão a especiaria, eles são atraídos por pelo Melage e por ruídos
que os andantes fazem no deserto. E os Fremem aprenderam tudo isso. E Paul já
no deserto, vai tentar se tornar um Fremem e o teste de iniciação é logicamente
montar um verme.
Apesar de
sabermos que Paul é o escolhido desde a primeira página do livro, o leitor se
apega a sua trajetória e entendi com o virar das folhas por que ele se tornou o
Messias. Ele viu que as pessoas iriam ama-lo e idolatra-lo, porem no futuro
essas pessoas iriam usar seu nome para matar, roubar, esterilizar e colonizar planetas.
(Aonde já vimos essa história?)
Curiosidade do Livro
Frank Herbert
criou todo um universo ímpar. Quando todo na época se focavam nos robôs e na inteligência
artificial, ele se focou na política e na ecologia do mundo e do universo. É disso
que o livro Duna trata: política e ecologia. Herbert não cita sabres de luz e
nem computadores, mas sim uma trama bem construída contextualizada e cheia de
simbologia.
Herbert depois
do sucesso de seu livro, decidiu expandir o universo construído em Duna, ele
acabou publicando mais cinco livros que dão continuidade a história de Paul
Atreides.
Duna acompanha
vários apêndices explicativos, como a ecologia do planeta e como se formou até
se tornar o deserto que é, a religião de duna, os motivos e os propósitos das Bene
Gesserit e os trechos seletos das casas nobres. Também vem com um dicionário acercas
dos termos usados no livro.
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| última edição pela Aleph |
O livro é
considerado uma bíblia nerd, assim como a Fundação de Asimov. Foi lançando em 1965 e ganhou vários prêmios,
como o aclamado Hugo em 1966.
Duna também teve
sua adaptação para o cinema em 1984 dirigido por Davyd Lych, com Kyle McLachlan
– sua estreia no cinema. Foi indicado ao Oscar por melhor Som, porém ganhou o prêmio
Academy of Science Fiction, Fantasy & Horror Films pelas Categoria Melhor
Figurino e Melhor Filme de Ficção Científica.
A editora Aleph
republicou uma nova edição do clássico, em capa dura e com introdução de Niel
Gaiman -
“ Duna é o melhor dos grandes romances de ficção científica, e o que mais se manteve relevante. ”
“ Duna é o melhor dos grandes romances de ficção científica, e o que mais se manteve relevante. ”
Sobre o autor
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| Frank Herbert |
Franklin Patrick
Herbert Jr. Nasceu em Tacoma, Washington. Trabalhou nas mais diversas áreas –
operador de câmera de TV, comentarista de rádio, pescador de ostras, instrutor
de sobrevivência na selva, psicólogo, professor de escrita criativa, jornalista
e editor de vários jornais – antes de se tornar escritor em tempo integral. Em 1952,
publicou seu primeiro conto de ficção, “Looking
For Something? ”, na revista Starling
Stories, mas a consagração ocorreu somente em 1965, com a publicação de
Duna. Herbert também escreveu mais de vinte outros títulos, incluindo The Jesus Incident e Destination: Void, antes de falecer em
1986.
O Leitor Burguês
Simpsons bate recorde de denúncias sobre racismos
Vamos
começar esse post jogando uma polêmica e saindo de fininho..
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| Capa do Documentário |
Nesse
mês de abril a série mais famosa do mundo, os Simpsons, foi alvo de acusações de
racismo, porém o programa que está na marca do episódio 636 bateu recorde de
denúncias de racismo. Se você não entendeu, eu explico.
Aconteceu
que um ator e comediante de origem indiana, Hari kondabolu, produziu um
documentário denunciando o estereótipo, começando pelo sotaque carregado, do
personagem também indiano, Apu – dono de um mercadinho na cidade de
Springfield.
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| Apu Nahasapeemapetilon |
O
documento, sob o nome “The Problem with Apu” (o problema com o Apu), foi
emitido em 2017, porém foi dado uma “resposta” só no episódio 633 (08/03). No episodio, Marge compra
um livro infantil e depois lê para sua filha mais velha, Lisa, que o acha
chato, a Mãe decide apagar todos os elementos que fere a sensibilidade alheia. “O que posso fazer? ”, perguntou Marge à Lisa.
“Difícil dizer”, reponde a filha olhando em direção a câmera. Lisa continua: “Uma
coisa que começou há décadas e era inofensiva e aplaudida, agora é politicamente
incorreta. "O que pode-se fazer?”, nesse momento, Lisa, mira os olhos numa foto
de Apu que pisca o olho de volta. Marge emenda: “Algumas coisas se resolverão mais para a frente”. Lisa responde, “ou não!”.
Vale
ressaltar que essa treta toda se refere a uma controvérsia também denunciada no
documentário – o ator Hank Azaria que dubla o indiano desde o começo da série é
branco, porém o mesmo após essa polêmica decidiu deixar o trabalho de dublar
Apu.
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| Hari Kondabolu |
Matt
Groening e Azaria, foram convidados por Hari para participarem do documentário
e falarem do personagem Apu, contudo os mesmos recusaram e não deram seus
pontos de vista. Até que Groening deu uma entrevista ao USA Today falando que sente orgulho pelo seu trabalho e acha que as pessoas estão vivendo em
tempos em que adoram se fingirem de ofendidas.
E
aí nerds? O que vocês acham dessa declaração de Groening? Vocês concordam com a
atitude de Azaria?
Lembrando
que ninguém da equipe do JanelaCentral compactua com qualquer ideia de racismo
ou algum tipo de intolerância.
O Leitor Burguês
Atores confirmados em La casa de Papel - Imagina quem voltou? E quem Saiu?!
Se você ainda não assistiu a segunda temporada de La Casa de Papel eu não indico você continuar lendo esse post, mas se você já assistiu ou simplesmente não liga para spoilers, vamos lá!
Meus caros nerds, nós aqui do Janela Central já relatamos muitas coisas sobre o que rolou na primeira e na segunda temporada. Falamos também sobre o que poderá vir na terceira temporada de La Casa de Papel, mas acaba de sair na internet uma notícia que coloca (pelo menos por enquanto) por água abaixo a nossa melhor teoria sobre a terceira temporada.
Alguns atores já foram confirmados pelo canal que produziu a série originalmente. Antena 3 confirmou a presença dos atores que interpretam o Professor, Tóquio e outros tantos ... Um nome ficou ausente, o da atriz que interpreta a Raquel. COMO ASSIM?
Aí logo na sequência, vem o nome do ator que interpreta o Berlim? Whats? (O quê?)!!!! Como eu falei no começo desse post nós vamos dar alguns spoilers, para que todos concordem, Berlim morre no fim da segunda temporada. Então, como ele retornará para a terceira? Participando de flash backs? Única explicação. Ou uma pior ainda.
No post anterior, eu falei sobre a possibilidade da série acabar contando a origem de cada personagem ( coisa que já foi feita na primeira temporada de modo superficial pela Tóquio), mas o que mais nos surpreendeu foi a a ausência de Raquel. Agora, o que podemos esperar dessa terceira temporada que nem começou e já está nos dando calafrios?
Sr Stark
Rick and Morty - Quarta Temporada deixa criador animado.

Para os que curtem um desenho animado adulto com muitas referências e cenas de explodir sua cabeça com tantas teorias certamente você já assistiu Rick e Morty. Caso contrário você não se encaixa na descrição do início desse parágrafo! Mas siga a leitura e veja que você acabará assistindo essa animação pirada!!!!
A primeira e a segunda temporada já está disponível na Netflix. No começo desse ano, o serviço de streaming anunciou que iria tirar a animação do catálogo por conta da perca de direito de transmissão para um canal por assinatura. Pelo visto voltaram atrás e a animação continua disponível.
Dan Harmon em uma entrevista declarou o seguinte:
"Eu estou otimista por enquanto. Negociações são sempre difíceis. É
uma situação sem precedentes, e todo mundo está sendo legal sobre isso. Todos
querem fazer um acordo logo para que a gente possa começar. Isso é tudo o que
eu posso dizer agora. "
Bem, está faltando apenas a galera da grana parar de ficar rasgando seda e assinar os papéis e mandar a galera trabalhar! Vamos aguardar a quarta temporada sair!
Sr Stark.
Resenha- The Alienist
Massacre, corrupção, suspense e
sensualidade no século XIX.
A TNT nos surpreendeu com
essa série cheia de drama e suspense em um período clássico como o século XIX,
diversos temas nos chama a atenção como: empoderamento feminino,
tal situação que a atriz Dakota Fanning interpretou e atuou muito bem, sua
personagem traz a primeira mulher da sociedade a trabalhar no gabinete policial
e em uma investigação civil, com características feministas e ao mesmo tempo
delicada ela dá um show de atuação. Que mulher meus janeleiros!
Uma série de mortes brutais à estas crianças acontecem, em dias religiosos, horas e locais, tudo com uma finalidade e muito bem pensado. Uma investigação incansável começa a se prolongar, porém não feita pela polícia, mas sim por um grupo formado por um médico, uma feminista, dois investigadores policiais (que não acredita na justiça policial), e um cartunista alcoólico muito fera interpretado por Luke Evans (fica até difícil de se concentrar no filme com um homem desse!), claro que todos têm uma identificação pessoal para se propor a investigar esses crimes e querer saber o porquê da polícia não se manifestar. É muita emoção janeleiros!
Fica então essa dica de série e se sua curiosidade se expandir e não querer esperar as outras temporadas, procurem o livro e deguste! O autor Caleb Carr nos proporciona esse magnífico show de suspense e críticas para nos deleitarmos! Comecem a maratonar e se divirtam!
A Normalista
Sony Lança Novo Trailer de Venom
A Sony lança o novo trailer de Venom mostrando agora mais cenas de ação, a interpretação de Tom Hardy e finalmente o tão aguardado visual do simbionte! O que dizer do trailer e esperar do filme?
A cara do feioso continua com a boca exagerada, com feições parecidas com a do Homem-Aranha (não sei como explicarão isso.) e diferente de algumas versões dos quadrinhos a língua permanece dentro da boca enquanto ele fala, mesmo mal!
O ator Tom Hardy que literalmente irá incorporar Venom mostra uma interpretação diferente daquilo que alguns críticos achavam. Segundo comentários, Tom é geralmente pouco expressivo e não tem muitas falas em seus personagens. Diferente do pequeno teaser que a Sony soltou, o ator articula bem o que está proposto para ele dizer e constantemente mostra uma espécie de piração ao pensar sobre o que acontece com ele após ser "infectado" pelo alienígena.
Abaixo o link do novo trailer para você conferir:
Sr Stark
Terceira Temporada de La Casa de Papel vai dar certo?

Será mesmo que a série mais amada do momento tem enredo suficiente para mais uma temporada? A série de língua não inglesa mais assistida da Netflix será estendida, até que ponto isso é bom?
Quem acompanha meus posts já deve ter uma noção de que expectativa não é uma coisa que eu cultivo no meu coraçãozinho. La Casa de Papel é a série de língua não inglesa mais assistida no catálogo Netflix e apesar de receber em seu título "Um produção original Netflix", não é bem assim!
Maiores informações no link abaixo:
Teríamos a maturidade de aceitarmos que um série que amamos tanto chegue ao fim? Será que temos essa maturidade em escolher: prefiro continuar vendo minha série se esticar em temporadas infindas e vê-la definhá-la tristemente ou encerrar em seu momento mais alto, com um final glorioso?
Essas questões me levaram a escrever esse post. Acredito que devemos deixar as coisas boas irem na hora certa, ou elas ficam vagando sem um propósito claro culminando num final sem sentido ou indigno da grandeza que a obra representa. Temos inúmeros casos de séries que seguiram esse triste fim e que ainda insistem em um roteiro medíocre e matar personagens para manter o ritmo "emocionante".
A terceira temporada de La Casa de Papel poderá contar com a vida individual dos integrantes tentando gastar seu dinheiro tentando despistar quaisquer investigações. E eu estou apostando numa virada surpreendente que colocará o Professor numa situação bem complicada. Ao invés da Raquel terminar com ele morta de apaixonada por esse homem assustadoramente inteligente. Ela estar fingindo tanto amor e coletar provas e buscar meios de entregar não só o Professor, mas toda a quadrinha do assalto à casa da moeda da Espanha.
O que esperar dessa terceira temporada?
Sr Stark
The Witcher ganhará série em 2020?

Olha essa notícia que pode acabar com seu sistema nervoso! O Leitor Burguês, membro do janela Central deve estar enlouquecido! Ou não!
Após a confirmação da produção da série do game The Witcher, os trabalhos se intensificaram na realização do sonho, Claro né, a força com que essa notícia foi se espalhando pela internet empurrou a Netflix, envolvida na produção, acelerasse o processo à procura de recursos para executar seu trabalho.
tudo ainda está pairando como boatos, mas boatos com um fundo de verdade. Fala daqui, fala dali... descobriu-se até a chance quase que certa os primeiros episódios serem gravados na Polõnia justamente onde o jogo é ambientado.
O criador do game Andrzej Sapkowski, servirá como consultor de roteiro para que a história não fuja da proposta original.
Vamos torcer para que tudo corra bem e possamos nos surpreender com uma produção fantástica.
Sr Stark
Bleach ganha trailer de seu Live Action
Quando vem essa expressão "Live Action'' nos meus ouvidos, geralmente o resultado é um calafrio e um sentimento de vergonha alheia. Será que essa é mais uma obra adaptada que dará errado?
Saiu novo trailer do live action de Bleach! O que esperar de um filme inspirado num anime que tinha tudo para dar certo e foi estragado por circunstâncias além do que podemos imaginar? Não tem como falar do filme sem passarmos uma vista rápida pelo menos no enredo do anime,já que um é adaptação do outro.
As adaptações de animes para Live Action tem furado os olhos de muitos fãs se contarmos com as duras críticas a Death Note e do ultrapassado e já esquecido Dragon Ball. Há uma ou outra ressalva de Fullmetal Alchemist que, como muitos animes, tem um enredo com uma carga dramática intensa e uma interpretação característica dos orientais.
Bleach contará a transição de Kurosaki Ichigo de um simples humano para um Shinigami. Essa transformação segue os mesmo padrões do anime se analisarmos o que nos mostra o trailer. Os primeiros conflitos envolvem os mesmo personagens do anime.
O que foi mostrado no trailer que deixou aquela dúvida cruel quanto a qualidade da produção foram trechos das batalhas. Claro que devemos esperar uma finalização de arte ou outros teasers serem divulgados, vamos torcer para que Bleach ganhe uma adaptação digna e quem sabe motive os criadores no anime iniciarem uma nova saga.
Confira o trailer em:
Sr Stark
Resenha - Um Lugar Silencioso
Devo começar essa resenha dizendo que se você tem o coração
fraco, esse não é um filme para você! Um lugar silencioso é o tipo de filme que
vai te fazer perder o ar durante toda sua extensão. Não por ter um ritmo
frenético, mas por seu constante clima de tensão, medo e opressão que te dá a
sensação de realmente estar em um mundo pós-apocalíptico.
Nas primeiras cenas já somos apresentados a família Abott,
que tenta sobreviver em um ambiente extremamente hostil, no qual um barulho,
por mínimo que seja, pode atrair criaturas vorazes que se guiam por sons. Por
isso, eles vivem em uma espécie de lei do silêncio forçada, o que traz ao filme
um clima de agonia e tensão, no qual o telespectador está sempre esperando que
o mínimo ruído faça com que nossos protagonistas virem vítimas das criaturas e
tenham uma morte horrenda. Tornando a situação ainda pior, Evelyn, a matriarca
está grávida, o que faz com que todos estejam fazendo uma série de preparativos
para que o bebê não comprometa, com seu choro, a sobrevivência de todos.
Um dos pontos mais interessantes para mim é que não temos
muitas explicações sobre as criaturas, apesar de algumas pistas sutis que
possam ser alienígenas. No entanto, o filme não se demora em explicações
desnecessárias, mesmo sobre a família Abott não sabemos muita coisa, seus
nomes, só podem ser vistos nos créditos e apenas o que é realmente importante
para a narrativa nos é apresentado. É apresentado ao público, por exemplo, que
a filha mais velha é deficiente auditiva e por isso toda a família já sabia
linguagem de sinais, o que provavelmente ajudou a adaptação deles no ambiente
do filme.
Essa falta de informações e explicações que tirassem o foco
da tensão, além do filme basicamente não possuir diálogo além daqueles em
linguagem de sinais, faz com que se instaure um clima de tensão e medo únicos,
produzindo sustos e uma imersão que eu não sentia fazia um bom tempo em filmes
de terror.
Devo chamar a atenção para as atuações do filme, como o
mesmo quase não possui diálogos, é necessário que o elenco passe as emoções com
precisão e não tenho do que reclamar, os atores, de fato conseguiram essa
façanha, especialmente Emily Blunt que consegue passar muito bem as emoções de
sua personagem, assim como a força de uma mãe para defender os seus filhos.
Com um final interessante e um decorrer intenso, Um lugar
silencioso é uma ótima pedida para os fãs de terror e suspense, o tipo de filme
que consegue te deixar preso a cadeira e completamente tenso do começo, ao fim.
Kaleesi
Afinal, O que é MPB? O que representa? De onde vem? Será que é só para os Cult?!
Afinal, O que é MPB? O que representa? De onde vem? Será que é só para os Cult?!
Pois bem meus caros, a MPB (música popular brasileira) que diga-se de passagem é de altíssima qualidade, originou-se por volta do século XVI lá naquele período colonial brasileiro... por uma mistura de vários estilos desde a África, passou por caravelas portuguesas e se concretizou aqui no Brasil, com fatores de incluso: vivências sociais e culturais. Atualmente perdendo um pouco da sua essência, que iria do Choro à Bossa Nova, na qual em suas letras tinham a utilidade de representar a voz do povo e suas lutas, emplacou em 64 onde o Brasil encontrava-se em uma onda de Ditadura Militar, onde vários artista da MPB gritavam, lutavam, foram torturados e exilados contra a repressão utilizando por meio de músicas para contestar o governo que o mesmo a censurava. Representar as desigualdades sociais, raciais, homofobias, xenofobias, crimes políticos e o autoritarismo é o que caracteriza a MPB.
Sendo assim, os cults que me perdoem ... MPB não foi feita para " apê na Zona Sul tomando Richebourg".
Então... aí vai uma playlist massa com algumas das músicas mais marcantes e clássicas da música popular brasileira. Curta, reflita e procure saber mais sobre este estilo musical e de vida!
Bye-Bye cher.
- 1- Caetano Veloso : " Não enche."
Um samba para fornecer tanto axé! Uma música fantástica que retrata a repressão religiosa e social, introduzindo um pouco de contexto sexual urbano, descontextualizar pensamentos arcaicos e mostrar a diversidade social. Apesar de Caetano ter se esquivado um pouco em períodos cruciais para mostrar a força da MPB, ele continua um grande poeta e compositor da musica popular.
- 2- Chico Buarque : "Um chorinho."
Um chorinho representado por um mestre poético! Chico Buarque, das demais artes suas, pego esta para expor sua gigante intertextualidade... Essa música retrata o contentamento dele para a sociedade argumentando quê " A nossa dor, a nossa vida já não cabe na batida do meu pobre cavaquinho".
Chico não é só olhos azuis meu amigos, é arte.. É cultura !
- 3 - Raul Seixas : " Aluga-se o Brasil ".
- 4- Belchior : "Como nossos pais."
Me falta palavras para escrever sobre esse cara! Sobralense nato, um dos ícones de intertextualidade musical, suas músicas são retratadas e cantadas por diversos artista da MPB. Explodiu em 74 com suas obras para capacitar todo o flashback do Brasil, a validade das suas músicas, já é o seu cartão de apresentação! Essa música surgiu da vontade explícita direta para fazer uma alusão amarga e definitiva sobre a questão do jovem " mutante" na era da comunicação e seu comprometimento político no conflito de gerações.
- 5- Raimundo Fagner : "Súplica Cearense." - ( Autoria: Luís Gonzaga)
Fagner é um espetáculo da retratação do cearense! Sempre procurou focar na região nordeste cantando sobre suas problematização, seu ícone de inspiração era o grande rei do baião Luís Gonzaga. Nesta música, tem como tema central a referência de dor e sofrimento dos moradores do interior do Brasil, com a escassez de água, gado, auxílio do governo com questões de moradia, trabalho, segurança e saúde! É uma obra prima a se ouvir.
A normalista.
RESENHA - TOMB RAIDER... LARA CROFT ENFIM HUMANA!
Esta resenha não representa a opinião de todos os
membros do núcleo do Janela Central, e não deve ser interpretada como verdade
absoluta. Sendo assim você é livre para concordar ou discordar das palavras
aqui presentes.
Agora, sem mais delongas, vamos à resenha!!!
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| TOMB RAIDER - O FILME |
Fazia um bom tempo que todos nós queríamos ver uma
continuação ou reboot nas telonas da caçadora de relíquias mais amada dos
games: Lara Croft, e eu vou te contar viu, a espera valeu a pena.
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| Lara Croft: modo sobre-humano |
Em seus dois últimos
jogos, vimos um frenesi que não tínhamos ainda observado nos anteriores: a viagem de barco ou a cena da raposa, talvez
pela diferença dos gráficos mais modernos agora, e que tiveram sua homenagem
retratada em cenas do filme com um fã service de encher os olhos, como a hora em que ela cai de paraquedas por exemplo.
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| Cena anterior a queda-live de para-quedas |
O que dá pra perceber é
que o diretor Roar Uthaug teve uma grande preocupação em mostrar que ela também
é humana como os jogos mostraram retratando dilemas e conflitos que nós seres
humanos também enfrentamos no nosso dia a dia como se virar pra pagar as
contas, planejar o que fazer amanhã, etc. Coisa que passou longe de ser
retratado nos filmes da Ex-Pitt.
Um ponto muito forte
também é a aparição do pai da Lara de forma presente e não somente através de flash backs e cartas como nos filmes e jogos anteriores, mostrando a experiência de estarem juntos na mesma história, mostrando o homem forte e ao mesmo tempo frágil que
teve como único objetivo de vida atrapalhar os planos da organização que contrata
o vilão do filme pra fazer seu “trabalho sujo”. E o desfecho dado para que nos
próximos filmes seja compreensível a sua falta foi uma bela cartada de mestre
do roteiro, que além de dar uma enorme motivação para Lara continuar o legado
do pai, nos deu enfim uma explicação completamente aceitável do seu fim não tão
trágico assim.
E a forma como é desmistificado
o mito que a humanidade tratava como forças dos deuses no passado e poderes
sobrenaturais é muito boa, nos mostrando que nem sempre o que não sabemos
explicar é fruto do sobrenatural e sim da ignorância que temos sobre aquele assunto
ou fato ocorrido.
É... mas nem só de belezas
o filme é cheio. Sua fidelidade às referencias dos jogos como realização de
Puzzles e feitios da morena, podem de certa forma prejudicar os próximos filmes,
porque ao retratar toda essa fidelidade dos jogos, pode parecer que é um filme do
jogo... O que realmente é, mas trazer tantas referências seria como dizer que
os fãs podem esperar as mesmas cenas dos jogos nos próximos filmes também.
Entende a ideia?!
O ritmo do filme também é
meio rápido de mais na forma como aborda certos personagens e fraco na forma de
abordar outros. Não existe uma preocupação para que o público crie um elo com
o Lu Ren (Daniel Wu Yin-cho) por exemplo, fazendo com que sua participação no filme seja um tanto
quanto desnecessária a não ser para levar a Lara ao local onde o ápse na
história acontece, o que nos leva a ter aquele sentimento de “tanto faz como
tanto fez” se ele permanecer vivo ou não, que fica evidente no final do filme.
Mas simplesmente não da
pra negar que o filme não deixa pontas soltas. O gancho para o próximo filme do
final por exemplo, que foi o queridinho de uns e um tiro no pé para outros,
onde ela descobre toda a teia que liga sua família com os fatos do filme e a
empresa da família, nos mostra que podemos esperar muita ação mais pra frente
nos próximos filmes.
Minha nota para o filme: 8,5
Mas e você, o que achou do filme? Concorda ou sem corda comigo???
Deixe seu comentário. Nós do JC queremos saber sua opinião!!!
-- Karatê Kid
Mas e você, o que achou do filme? Concorda ou sem corda comigo???
Deixe seu comentário. Nós do JC queremos saber sua opinião!!!
-- Karatê Kid
Resenha de Filme - Seu Nome é Jonas

O filme cuja resenha farei hoje tem muita relação com a minha graduação.
Eu curso pedagogia na UFC (Universidade Federal do Ceará), e nesse semestre estou fazendo a disciplina de
LIBRAS (Língua Brasileira de Sinais). Na disciplina a professora passou um
filme para assistirmos, o qual assisti no sábado. O filme me impactou tanto que
me senti impulsionada a escrever algo sobre ele. É um filme relativamente
antigo, do ano de 1979, porém a mensagem trazida por ele é mais atual do que
nunca.
Sobre o Filme
O filme tem por título “Seu nome é Jonas”, é uma obra cinematográfica
norte americana e como já disse anteriormente do ano de 1979. O filme conta a
história de um garoto surdo chamado... Jonas, isso mesmo. Já na primeira cena senti
o impacto do filme, uma vez que mostra vários garotos em camas de um quarto de
hospital, onde a maioria tem síndrome de down, somente Jonas ali tinha outra
deficiência, no caso a surdez.

(Imagem de divulgação do filme no Brasil)
Como assim? Bom, até um bom tempo atrás a sociedade não sabia lidar minimamente
com as pessoas que tinham deficiência, com isso a “melhor” alternativa era se
livrar do assunto jogando essas pessoas em hospitais ditos “especializados”.
Jonas passou três anos no hospital, e foi diagnosticado por muitos médicos como
sendo “retardado”, até que sua mãe decidiu tira-lo de lá e buscar adequá-lo a
uma vida normal na sociedade. A partir desse momento as coisas pioraram. É
importante salientar que nessa época ainda não havia a sensibilização para uma
língua de sinais, muito pelo contrário, tal alternativa era rejeitada por
muitos especialistas porquê o que se queria era que essas crianças voltassem a
escutar, entretanto em muitos casos isso não era possível.
Dessa forma, a mãe de Jonas começou a leva-lo em vários especialistas,
todos usavam métodos de condicionamento, forçando Jonas a aprender palavras e
sons que nem ele mesmo compreendia. Nesse período o filme mostra também a
frustração da mãe de Jonas por não conseguir se comunicar com o filho. Até que
em uma nas visitas a um especialista, ela ver um casal de surdos conversando
com seu filho pequeno na Língua de Sinais e isso desperta sua atenção, tendo em
vista que ela já tinha tentado de tudo para seu filho e nada dava bons
resultados. Então ela foi para aquela que seria sua última esperança.
O casal de surdos a convidou para um encontro realizado pela comunidade surda e ao chegar lá ela ficou maravilhada, é como se ela achasse que só existia o seu filho de surdo no mundo. Ao ver como eles se comunicavam de forma normal e compreensível ela resolveu tentar isso com seu filho.
Entretanto, o mais transformador para
ela não foi a descoberta da língua de sinais, mas sim compreender que Jonas era
uma pessoa normal com uma forma diferente de ver o mundo. Quando Jonas começou
a ter contato com a Língua de Sinais através de pessoas surdas o seu mundo
mudou, ele se sentiu parte daquele meio, se sentiu compreendido.
Nosso problema é que adoramos
homogeneizar as coisas, queremos que tudo tenha um padrão, de forma que tudo
aquilo que saí do padrão é condenável. Precisamos compreender a ideia da
inclusão e passar a ver as diferenças de outra forma. Não é de forma alguma
taxar as pessoas com deficiência, sejam essas físicas, auditivas, visual,
mental ou múltipla, como sendo pessoas incapazes, mas sim compreender a forma
que essas pessoas acessam o mundo e aprender a entender, bem como conviver com
elas. Afinal o mundo é de todos nós!
O Primeiro Raio de Sol
La Casa de Papel - Segunda temporada já disponível.
Se a primeira temporada trouxe um impacto muito forte na vida dos internautas assinantes da Netflix, imagina agora com a chegada da segunda temporada da série. Se você quer saber o que vem por aí, mas sem spoilers, segue a leitura!
Resumo da primeira temporada.
Recentemente, produzimos uma live no nosso instagram (@janelacentral) onde contamos com uma participação intensa da galera comentando sobre o que rolou na primeira temporada e o que poderíamos esperar dessa segunda temporada. Meu amigos, a primeira temporada, resumidamente falando, trata-se da formação de uma quadrilha para assaltar a Casa da Moeda da Espanha. Liderados por um acara genial, conhecido inicialmente por Professor, o grupo segue planejando o crime durante cinco meses, todos trancados num mesmo espaço planejando e arquitetando cada passo da operação.
Cada integrante não tem seu nome verdadeiro revelado; a citar como exemplo Professor, Berlim, Tókio, Rio... e outro s integrantes tão apaixonantes quanto os que eu acabei de citar.
A série é narrada por Tókio, desde o primeiro contato com o Professor que faz o papel de recrutar todo mundo. Alguns momentos tensos até que eles conseguem entrar na casa da moeda fazendo muitos reféns e estabelecendo o domínio sobre todos os sistemas internos do prédio, desde a segurança até às câmeras. A tensão aumenta quando a inspetora Raquel lidera as negociações diretamente com o professor que, sem a polícia saber inicialmente, não está dentro do prédio com o restante do grupo, mas está aqui fora fazendo com que todas as fases do plano sejam cumpridas. Quanto mais tempo os bandidos passarem dentro do prédio, melhor, já que eles não entraram no banco para roubar o dinheiro. Eles entraram para fabricar o próprio dinheiro.
ATENÇÃO: MESMO SEM SPOILER SE VOCÊ NÃO QUER SABER DE NADA DA SEGUNDA TEMPORADA, É MELHOR PARAR A LEITURA POR AQUI, NÃO DEIXE DE CURTIR E SEGUIR NOSSAS REDES SOCIAIS.
A segunda temporada sem spoiler
Se você está decepcionado por não ter spoiler nesse texto, não se preocupe, no próximo fim de semana ( 14/4/2018), estaremos fazendo uma live após as 22h no nosso instagram, por isso é importante seguir nossas redes sociais.
Professor e Raquel têm uma aproximação mais intensa, na verdade, quem nós conhecemos como Professor agora atende pelo nome de Salva, tendo uma intimidade considerável com a inspetora do caso da Casa da Moeda que foi invadida recentemente por uma quadrilha. Raquel tem um ex-marido agressor, uma filha pequena e uma mãe com Alzheimer. Além de um trabalho absurdamente estressante. Ela conhece Salva numa cafeteria e ali se estabelece um vínculo.
Mais tarde, o professor tenta embaralhar a cabeça da inspetora tentando uma maior aproximação da chefe do caso para retardar as investigações. Porém, ambos são bem inteligentes. E a tensão entre eles fica bem interessante. Em contrapartida, a equipe que está dentro do banco, sofre com o cansaço e com algumas eventualidades que servem para aumentar ainda mais a tensão entre os integrantes e os reféns, que, desde o início do plano, não eram para serem machucados. Isso é tão verdade que os próprios reféns ajudaram a quadrinha a contar e armazenar todo o dinheiro produzido para, quem sabe, num futuro próximo receber também uma quantia considerável.
Você deve assistir a segunda temporada de La Casa de Papel e comentar aqui o que você achou do nosso comentário, e participar das lives que rolam pelo nosso Instagram.
"Eu sou um homem de sorte". Assista a série e entenda essa frase!
Sr Stark




































